Sonhamos sempre que somos princesas. Que o mundo em que vivemos é cor-de-rosa. E que o dia do nosso aniversário é sempre uma festa. E é tudo verdade, mesmo quando crescemos, e nos temos que 'adaptar' um bocadinho. Momentos captados pela tia 'adaptada' à sobrinha linda que ainda pode ser SÓ princesa como as dos contos de fadas.
sábado, 26 de novembro de 2011
Em...cordeencanto
Sonhamos sempre que somos princesas. Que o mundo em que vivemos é cor-de-rosa. E que o dia do nosso aniversário é sempre uma festa. E é tudo verdade, mesmo quando crescemos, e nos temos que 'adaptar' um bocadinho. Momentos captados pela tia 'adaptada' à sobrinha linda que ainda pode ser SÓ princesa como as dos contos de fadas.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Em...corgirado♥
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Em...cordepormenor
sábado, 19 de novembro de 2011
Em...corMonocromática
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo o dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.
E então serás eterno.
Cecília Meireles
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Em...cordeazul
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Em...cordevida
Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Em...corqueilumina
Como um sol de polpa escura
para levar à boca,
eis as mãos: procuram-te desde o chão,
entre os veios do sono
e da memória procuram-te:
à vertigem do ar
abrem as portas:
vai entrar o vento ou o violento
aroma de uma candeia,
e subitamente a ferida
recomeça a sangrar:
é tempo de colher: a noite
iluminou-se bago a bago: vais surgir
para beber de um trago
como um grito contra o muro.
Sou eu, desde a aurora,
eu — a terra — que te procuro.
Eugénio de Andrade, in "Obscuro Domínio
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